É fim de ano e de acordo com as previsões mais otimistas 2016 será uma catástrofe para a economia brasileira. Para evitar o pessimismo exagerado, que não ajuda em nada a vencer a crise, resolvi encerrar o ano apenas com posts positivos sobre o Brasil.

Pelo menos até que 2016 comece efetivamente, vou assumir o compromisso de colocar por aqui apenas as boas notícias sobre a economia brasileira ou sou o brasil no geral, porém sempre no enfoque econômico.

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Neste primeiro post a boa notícia fica por conta da geração de energia elétrica e da matriz implementada no Brasil. É verdade que no campo energético temos muitos desafios a superar, mas apesar de todos os pontos negativos é importante reforçar que temos a 3ª maior geração de energia renovável do planeta.

Pode parecer meio piegas falar em matriz energética renovável quando enfrentamos o que pode ser a maior seca dos últimos tempos. Não há como deixar de reconhecer que a seca é sim um risco sério ao sistema, mas também é possível pensar em mais alternativas para gerar energia além das hidrelétricas.

No gráfico abaixo que compara a matriz energética brasileira com um agregado que representa a matriz energética mundial é impressionante a discrepância quando comparamos a geração brasileira com 45,3% de energia renovável e o mundo com apenas 13,3%.

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Essa opção deixou o Brasil nada menos do que na 3ª posição na geração de energia com base em recursos renováveis. Ficamos atrás apenas de China e EUA e deixamos um hiato enorme de diferença para os países que vem a partir do 4º lugar. Para se ter uma ideia geramos em energia renovável nada menos do que 61 bilhões de quilowatt / hora a mais com o Canadá, que ocupa o quarto lugar.

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Nada mal hein!

Se considerarmos que Belo Monte ainda não está na conta, pode ser que a partir do início das operações possamos assumir a segunda posição.

Ficamos todos na torcida!