Encontrei no Banco do Brasil uma nova forma de poupar intitulada: POUPANÇA DO SONHOS.

Essa nova modalidade de poupança permite ao correntista que invista seu dinheiro na caderneta de poupança estabelecendo um objetivo para aquele investimento. Por exemplo, ele pode criar uma poupança para realizar o sonho de trocar de carro, realizar a viagem de férias, cursar um curso no exterior, etc.

Cada poupança virtual funciona como um “cofrinho” só que possuem objetivos que podem estimular o correntista a investir, criando o hábito de poupar. A ideia do BB permite dar razão e significado à poupança do correntista, uma vez que ele define o objetivo (nome e valor) e pode acompanhar o quanto falta para realizar determinado sonho.

Poderíamos então concluir que esta modalidade permite ao cliente escapar das armadilhas da contabilidade mental. Apesar de que muitos preferem entrar no cheque especial e pagar juros altíssimos do que resgatar parte do dinheiro investindo na poupança, e isso, financeiramente não traz muitas vantagens.

Entretanto, se considerarmos que “as pessoas fazem isso porque têm uma percepção correta de que nunca mais vão repor o dinheiro investido se elas o resgatarem. É ruim do ponto de vista financeiro porque se paga juros no empréstimo, mas é uma espécie de defesa para garantir a conta de poupança” explica Vera Rita  professora de psicologia econômica da Fipecafi e autora de diversos livros de psicologia econômica, entre eles “A Cabeça do Investidor” e “Decisões Econômicas – você já parou para pensar?”.

Sendo assim, não mexer na poupança pode ser a melhor opção.

 Principalmente se o objetivo da poupança for relativo a finalidades que são de grande importância no futuro como exemplo: faculdade dos filhos ou a compra de um imóvel, ou, quem sabe até poupança para “tempos de vacas magras”.

Fonte: http://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/voce/produtos-e-servicos/investimentos/poupanca-dos-sonhos – /

Crédito: Texto escrito por Simone Rech, aluna do MBA de Economia Comportamental da ESPM.